quinta-feira, maio 10, 2007

Unidade na diversidade!

Eu reconheço um brasileiro em qualquer lugar do mundo, pela língua, gírias, bandeira de Pernambuco ou um Chimarrão na mão, pelo “oxi”, “aí brow”, “manos” e “cachorras”.
Reconheço um brasileiro em qualquer lugar do mundo, pela solidariedade, o “jeitinho” em resolver as coisas, deixar compromissos para a última hora, festa na laje, querer ser celebridade, pelo amor ao futebol, andar com a camisa verde e amarela, comer “Buchada de Bode”, “Churrasco Gaúcho”, chamar sanduíche com hambúrguer de “Baurú”.
Reconheço em qualquer lugar do mundo, pelo trabalho, dedicação, se virar com pouco dinheiro e ainda sorrir, correr atrás de trio elétrico, se emocionar com sertanejo, pular no rock, dançar música pop, forró, brega, entrar em transe no techno, cantar a música popular brasileira, manter viva suas tradições, seu folclore e apesar de toda a cultura de massa, ainda prestigiar, inclusive os mais jovens, a cultura popular de sua região e das outras.
Reconheço, pois ser brasileiro é nascer e se manter na diversidade, ser diversidade, viver na miscigenação de culturas, etnias, classes sociais, viver na busca da paz e compreensão do outro, aceitação do outro com suas diferenças.
Quando um gaúcho ou um nordestino defende a vivência de sua tradição, de sua identidade, não se vê ninguém dizer que fazendo isso se opõe a ser brasileiro, que tem de ser uma tradição só.
Não dá no sentimento e antropologicamente falando, para brasileiro ser só mineirinho, caboclo, calango do serrado ou ser somente brasileiro.
Pois brasileiro é ser Potiguar, Paraense, Gaúcho, Carioca da Gema, Mineiro!
Apesar de suas identidades culturais regionais, são todos brasileiros, isso é nosso ser, com um só sentimento, uma luta, um caminho em comum, sempre unidos na diversidade.

quarta-feira, abril 12, 2006

Semana Santa

Chegou a Semana Santa, tempo especial para a Grande Caravela, em que rememoramos com mais força a paixão e ressurreição do Grande Timoneiro.

Espero não ser tarde para dar a notícia e perguntar como será em outras unidades, mas como se tornou cultura aqui em Natal fazer missão neste período, os timoneiros irão para uma comunidade no agreste do RN chamada Brejinho. Falo de cultura e de apenas timoneiros, pois outrora todo o Movimento fazia missão mas, por motivos, não se o faz mais, no entanto, por ter se tornado cultural, faz falta, então os timoneiros irão por conta própria viver a Semana de maneira diferente (para muitos), ajudando a comunidade em seus ritos e tendo momentos internos de retiro, como também para preparar o encontro Cristo Porto Seguro que estar por vir.

E as outras unidades? como será vivida a Semana Santa?